sábado, 30 de julho de 2011


a vida é curta quebre as regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame todos , mas abra a exceção, e não se esqueça: o céu não é o limite. LIMITE isso só você impõe, pois de tudo na vida o que vale é o hoje. ontem ja foi , agora só restam lembranças, então faça tudo que tiver ao seu alcance ! e o futuro não se preocupe , qualquer hora ele chega.

meu arco-íris tem milhões de cores, vivo do que é abstrato e duvido de tudo que é concreto, acredito em amor verdadeiro e principalmente em amores eternos. você pode até tentar me empurrar de um penhasco, mas com certeza eu irei dizer sorrindo: e dai ? eu amo voar 8)

nada mais sou que o reflexo das minhas atitudes, o fogo das minhas paixões, o suspiro dos meus amores, a esperança dos meus desejos, a determinação das minhas buscas, a espera das minhas angustias, as lagrimas dos meus sofrimentos, a construção dos meus sonhos, o carinho da minha família, a vitória das minhas conquistas, o orgulho de ter chegado onde cheguei e a satisfação de ser quem eu sou ;)

confesso!
Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertencendo. Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso. Confesso que agora só espero você.” (Caio Fernando Abreu)

“Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade). A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções.
                                               Caio Fernando de Abreu